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	<title>Tomaz Tadeu</title>
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		<title>Todo curriculista é um moralista</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[[0]
O que não tenho pra dizer não sei como dizê-lo. Por isso vou aos trancos. Pra frente muito pouco pra trás quase sempre. Empaco. Se pareço andar é porque me empurram. Tem a ver com esta posição aqui. Do púlpito. Um pregador.
[1]
É forçosamente uma posição de autoridade. Supõe que sei algo e que devo mostrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[0]<br />
O que não tenho pra dizer não sei como dizê-lo. Por isso vou aos trancos. Pra frente muito pouco pra trás quase sempre. Empaco. Se pareço andar é porque me empurram. Tem a ver com esta posição aqui. Do púlpito. Um pregador.<br />
[1]<br />
É forçosamente uma posição de autoridade. Supõe que sei algo e que devo mostrar sabê-lo. Devo ser assertivo, impositivo. Não posso hesitar, parar para pensar, dar mostras de que posso ter dúvidas. Aqui, uma pausa mais prolongada causaria mal-estar. Seria uma mostra de fraqueza. De pouco saber. E, no entanto, não posso fugir disso. Até mesmo quando tento desfazer esta posição, é com autoridade que o faço. Se cheguei até aqui, se aceitei vir até aqui, sou, de algum modo, cúmplice desta investidura. Ao consentir, enquadrei-me. Sou suspeito, gostaria que soubessem.<br />
[2]<br />
Avanço, pois, com cautela. Esforço-me por evitar o enunciado peremptório. Os imperativos, ainda que disfarçados de infinitivos, a indicar leis e decretos. Os artigos definidos a marcar a exclusividade e a totalização. As partículas que regem o absoluto: nunca, sempre, nada, tudo, todo mundo. Os verbos prescritivos que restringem as escolhas e fundam uma moral: deve-se, é preciso, é necessário. As generalizações. As afirmações grandiosas. As convocações e as convocatórias. Os sermões e as sentenças. As interdições e as permissões. Os gestos apocalípticos e as profecias milenaristas. A denúncia e a salvação. O que pode e o que não pode. Conseguirei?<br />
[3]<br />
Sou tomado de pânico. Espera-se que eu diga algo porque se espera que eu tenha algo a dizer. E se eu não tiver nada a dizer? Pelo menos, nada de muito importante. Nem, muito menos, nada de certo ou verdadeiro. Para se ter algo a dizer é preciso acreditar em algo. E estar convicto. Ou, pelo menos, aparentar tudo isso. Aí já posso começar a pregar. Ou a ensinar. E a juntar fiéis. Ou discípulos. Já posso fundar uma igreja. Ou uma escola. Alguém aí?<br />
[4]<br />
Deveria, por ofício, por motivo do convite, falar de pedagogia, de currículo, de educação. Falar de teorias, citar pensadores, criticar o estado das coisas. Depois, como convém, propor alguma solução, indicar uma saída, traçar um programa. E terminar com umas palavras edificantes, apelar para a emoção, proporcionar algum conforto. Não estaria senão sendo fiel ao roteiro de um gênero discursivo pisado e repisado.<br />
[5]<br />
Antigo praticante do gênero, ele agora me desgosta. Será porque falta-lhe estilo? Ouço a mesma e antiga ladainha. Os fiéis ali em piedosa repetição.<br />
 [6]<br />
E o templo abarrotado de pregadores. Que sabem o que vai mal no mundo. Que querem melhorar o mundo. Que sabem como. Digo isso só piora. Mas os pregadores aos berros. Tapo os ouvidos. Todo curriculista é um moralista. Fui um deles. Ainda sou. Se me descuido.<br />
[7]<br />
Agora mal tenho convicções. Já tive tantas. Nem contradições. Ou provocações. Não afirmo nada. Não nego nada.<br />
[8]<br />
Da liga me desliguem. Do credo me desobriguem. Reuniões de fundação? Que cansaço. Assembléias de dissolução? Que perda de tempo. Direitos não reivindico. Das obrigações só peço que me livrem.<br />
[9]<br />
Eu avisei. Não tinha nada pra dizer. Nem como. Se por engano ou imprudência ou atropelo disse algo agora apago. Se houve alguém a dizê-lo que se cale.</p>
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		<title>Horizontes modernistas &#8211; O jovem Drummond e seu grupo em papel jornal</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 19:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos literários]]></category>

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		<description><![CDATA[
A produção literária do poeta Carlos Drummond de Andrade no jornal Diário de Minas é o tema central deste livro. Suas primeiras crônicas e poemas e sua liderança junto ao grupo modernista são algumas das questões levantadas pela autora. E mais uma grande surpresa: uma das últimas grandes entrevistas concedidas por Drummond, publicada na íntegra, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tomaztadeu.blog.autenticaeditora.com.br/wp-content/uploads/2010/01/horizontes_modernistas2.jpg"><img src="http://tomaztadeu.blog.autenticaeditora.com.br/wp-content/uploads/2010/01/horizontes_modernistas2.jpg" alt="Horizontes modernistas - O jovem Drummond e seu grupo em papel jornal" title="horizontes_modernistas2" width="166" height="250" class="alignnone size-full wp-image-96" /></a></p>
<p>A produção literária do poeta Carlos Drummond de Andrade no jornal Diário de Minas é o tema central deste livro. Suas primeiras crônicas e poemas e sua liderança junto ao grupo modernista são algumas das questões levantadas pela autora. E mais uma grande surpresa: uma das últimas grandes entrevistas concedidas por Drummond, publicada na íntegra, pela primeira vez.<span id="more-95"></span></p>
<p><strong>Maria Zilda Ferreira Cury</strong><br />
Possui graduação em Letras (Português, Inglês e Alemão) pela Universidade de São Paulo, mestrado em Estudos Literários: Literatura Brasileira, pela Universidade Federal de Minas Gerais (e doutorado em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo. Além disso, fez Pós-doutorado pela Sorbonne Nouvelle- Paris III (1999). Professora Titular de Teoria da Literatura pela UFMG e coordenadora do projeto de pesquisa “Intelectuais e vida pública: mediações e migrações”, financiado pelo CNPq a que seu projeto individual de pesquisa – “Imigrantes na literatura” – encontra-se vinculado. Participa, como pesquisadora, no projeto de pesquisa “Topografia da cultura: representação, espaço e memória” coordenado pela Profa. Dra. Sara del Carmen Rojo vinculado ao Convênio UFMG/ Università degli Studi di Bologna. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura Comparada, atuando principalmente nos seguintes temas: imigrantes, intelectuais e vida pública, Carlos Drummond de Andrade, Belo Horizonte, leitura e intertextualidade.</p>
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		<title>O olhar de Borges – Uma biografia sentimental</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 19:09:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos literários]]></category>

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		<description><![CDATA[
“Agrada-me imaginar Borges, já adulto, na noite, insone, em sua estreita cama de ferro, memorizando alguns versos que ditará no dia seguinte. Imagino-o com o travesseiro dobrado e a cabeça meio erguida, apoiada sobre suas mãos cruzadas na nuca. A casa silenciosa, a luz iminente da aurora beirando as frestas da persiana. Quanto é, digo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tomaztadeu.blog.autenticaeditora.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Olhar_Borges2.jpg"><img src="http://tomaztadeu.blog.autenticaeditora.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Olhar_Borges2.jpg" alt="O olhar de Borges – Uma biografia sentimental" title="Olhar_Borges2" width="176" height="250" class="alignnone size-full wp-image-90" /></a></p>
<p>“Agrada-me imaginar Borges, já adulto, na noite, insone, em sua estreita cama de ferro, memorizando alguns versos que ditará no dia seguinte. Imagino-o com o travesseiro dobrado e a cabeça meio erguida, apoiada sobre suas mãos cruzadas na nuca. A casa silenciosa, a luz iminente da aurora beirando as frestas da persiana. Quanto é, digo a mim mesma, que um homem pode idealizar na solidão, no recanto de sua cama solitária, em meio às intangíveis tonalidades desse espaço! Enquanto isso, na cidade, dormimos. <span id="more-89"></span>Como não sentir gratidão por esse ser, pelo artista que nos diverte em seu desvelo, que nos pensa, que nos exprime? O mundo avança, apesar de nossos equívocos maiúsculos, graças ao artista insone de todos os tempos e de qualquer lugar.”</p>
<p>“Ocasionalmente me comove imaginar este imenso mundo de amigos literários reunidos ao redor de Borges na solidão de sua morada monástica, no pequeno apartamento da rua Maipú, tão sóbrio, se preferir humilde, desprovido de falsos ornamentos, despossuído de brilhos aparentes ou lampejos vãos. Vem-me à memória, então, a autocrítica que escreveu no pé da página, aos sete anos: “Demasiado melodramático”. E sorrio. A vida de Borges parece responder à severidade com que o menino a desenhou, no começo do século.”</p>
<p><strong>Solange Fernándes Ordóñez</strong><br />
Solange Fernández Ordóñez, nascida em Córdoba, formou-se na Faculdade de Filosofia e Humanidades, Universidade Nacional de Córdoba. Reside em Buenos Aires desde 1966, onde se especializou como psicóloga clínica de crianças e família. Dedicou esses anos à sua profissão e à família que formou com o médico Florentino Sanguinetti, também pintor renomado.</p>
<p>Herdou de seu pai, amigo de Borges, seu advogado e ele próprio poeta, a ligação com o escritor. Foi membro fundador da Fundación Internacional Jorge Luis Borges e participou como convidada na exposição do Centro Pompidou – 1992 – denominada L’Univers Borges.</p>
<p>Depois dessa viagem, Solange Fernández Ordóñez optou por sua vocação literária e começou a publicar notas de caráter cultural em diferentes mídias. Ao mesmo tempo completou , em 1993, um Mestrado em Gestão Cultural no Instituto de la Administración Pública (INAP). Ingressou, em 1994, na Fundación el Libro; desde então integra a mesa de Cultura desta instituição. Em 2001 viajou à Espanha e cursou o Mestrado de Gestão Cultural Hispano-Americana ministrado pela Universidade de Barcelona. Há vários anos tem a seu cargo grupos de leitura de Borges, de caráter privado. Há quinze anos organiza e coordena o ciclo “Rincón de la Lectura” na Feira do Livro de Buenos Aires.</p>
<p>Solange Fernández Ordóñez tem um romance publicado, Viaje de Tristán. Prepara um terceiro livro cujo tema gira em torno da leitura.</p>
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		<title>Outras margens &#8211; Estudos da obra de Guimarães Rosa</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 19:04:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas literárias]]></category>

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		<description><![CDATA[
O objetivo do livro foi trabalhar com “O universo literário de Guimarães Rosa”, procurando refletir sobre o fingimento com que se constrói a arte do criador de Diadorim e também sobre a sua recepção crítica. O grande tema da coletânea de estudos é o fingimento, considerado o grande articulador da arte de Guimarães Rosa, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tomaztadeu.blog.autenticaeditora.com.br/wp-content/uploads/2010/01/outras_margens-g.jpg"><img src="http://tomaztadeu.blog.autenticaeditora.com.br/wp-content/uploads/2010/01/outras_margens-g.jpg" alt="Outras margens - Estudos da obra de Guimarães Rosa" title="outras_margens-g" width="172" height="250" class="alignnone size-full wp-image-86" /></a></p>
<p>O objetivo do livro foi trabalhar com “O universo literário de Guimarães Rosa”, procurando refletir sobre o fingimento com que se constrói a arte do criador de Diadorim e também sobre a sua recepção crítica. <span id="more-85"></span>O grande tema da coletânea de estudos é o fingimento, considerado o grande articulador da arte de Guimarães Rosa, a partir de duas atitudes do autor: uma que camufla a encenação feita e outra que exibe o caráter de jogo, representação e artifício das narrativas.</p>
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		<title>Imagens da Imanência &#8211; Escritos em memória de H. Bergson</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 18:34:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia e estudos culturais]]></category>

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		<description><![CDATA[
Lido nos cinco continentes, o filósofo francês Henri Bergson tornou-se o autor de língua francesa mais traduzido no mundo após a publicação da obra  “A evolução criadora”, que completa 100 anos de existência. Com repercussão mundial, o texto gerou polêmica e resultou em inúmeros estudos sobre Bergson e sua obra, que ainda encontra eco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tomaztadeu.blog.autenticaeditora.com.br/wp-content/uploads/2010/01/imagens_imanencia2.jpg"><img src="http://tomaztadeu.blog.autenticaeditora.com.br/wp-content/uploads/2010/01/imagens_imanencia2.jpg" alt="Imagens da Imanência - Escritos em memória de H. Bergson" title="capa_bergson.qxp" width="174" height="250" class="alignnone size-full wp-image-71" /></a></p>
<p>Lido nos cinco continentes, o filósofo francês Henri Bergson tornou-se o autor de língua francesa mais traduzido no mundo após a publicação da obra  “A evolução criadora”, que completa 100 anos de existência. Com repercussão mundial, o texto gerou polêmica e resultou em inúmeros estudos sobre Bergson e sua obra, que ainda encontra eco no pensamento contemporâneo. <span id="more-70"></span>Prêmio Nobel de Literatura em 1927, o filósofo foi um dos mais importantes pensadores do início do século XX. E, como mostram os autores deste livro, Bergson permanece vivo em cada estudo que provoca, em cada deslocamento de olhar que instiga e, também, por meio das implicações de sua obra, que podem ser percebidas na contemporaneidade em seu diálogo com áreas como literatura, artes, educação, antropologia, comunicação, física, entre outras.</p>
<p><strong>Siomara Borba</strong><br />
Siomara Borba é professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Foi pesquisadora do CNPq e do Programa Prô-ciência. Coordenou e participou de diversos projetos de investigação, com particular interesse para as relações entre conhecimento e educação. Foi coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação da UERJ e parecerista ad-hoc e representante no comitê científico do Grupo de Trabalho em Filosofia da Educação da Associação Nacional de Pós-Graduação em Educação (ANPEd).</p>
<p><strong>Eric Lecerf</strong><br />
Eric Leserf é professor do Departamento de Filosofia da Universidade de Paris 8, onde coordena o curso de graduação em Filosofia. É especialista em H. Bergson, Simone Weil e a filosofia do trabalho. Foi diretor do Programa no Collège International de Philosophie, entre 1992 e 1998 e desde 1995 é co-responsável por Les dialogues philosophiques, organizados por La Maison de l’Amérique Latine en Paris. Desde 2003 é membro do Laboratoire d’études et de recherches sur les logiques contemporaines de la philosophie na Universidade de Paris 8. Publicou os livros La famine des temps modernes (Paris: Éditions l’Harmattan, 1992) e Le sujet du chômage (Paris: Éditions L’Harmattan, 2002).</p>
<p><strong>Walter Kohan</strong><br />
Walter Omar Kohan é Pós-Doutor em Filosofia pela Universidade de Paris 8. Professor titular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do Brasil e da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), recebeu, em 2008, o Prêmio “Cientista de nosso Estado” na área Educação. Publicou mais de cinqüenta artigos em periódicos especializados e é autor ou organizador de trinta livros, no Brasil e no exterior. Seus textos estão publicados em espanhol, francês, italiano, inglês, finlandês e húngaro, além do português. Entre 1999 e 2001 foi presidente do ICPIC (International Council for Philosophical Inquiry with Children). Participou como conferencista de mais de cem eventos no Brasil e no exterior. Atualmente dirige projeto de pesquisa com alunos de graduação, mestrado e doutorado no Programa de Pós-Graduação em Educação da UERJ e coordena projetos interinstitucionais com universidades de Brasil e da França. Participa em conselhos editorias de diversas publicações acadêmicas internacionais e é co-editor de childhood &#038; philosophy. Principais publicações: Sócrates, el enigma de enseñar (Buenos Aires: Biblos, 2009); Filosofía, la paradoja de aprender y enseñar. (Buenos Aires: Libros del Zorzal, 2008); Infância, estrangeiridade e ignorância (Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2007); Infância. Entre educação e filosofia. Belo Horizonte : Autêntica Editora, 2003); Filosofia na Escola Pública. (Petrópolis, RJ: Vozes, 2000; com Bernardina Leal e Alvaro Ribeiro).</p>
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		<title>Ética</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 18:29:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia e estudos culturais]]></category>

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		<description><![CDATA[
“Ora, o tradutor Tomaz Tadeu alcançou um notável êxito. Seu traba lho é, sem dúvida, superior a todas as outras tentativas em língua portuguesa. Incontestável mesmo é que esse cuidadoso trabalho merece ser saudado e, com justiça, vai se impor nos próximos anos como a tradução padrão da Ética em português.” Homero Santiago, O Estado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66" class="wp-caption alignnone" style="width: 181px"><a href="http://tomaztadeu.blog.autenticaeditora.com.br/wp-content/uploads/2010/01/etica2.jpg"><img src="http://tomaztadeu.blog.autenticaeditora.com.br/wp-content/uploads/2010/01/etica2.jpg" alt="Ética" title="sobrecapa_montada2_MONOTONE_18_01_2007_Diogo.qxp" width="171" height="250" class="size-full wp-image-66" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do novo livro Ética</p></div>
<p>“Ora, o tradutor Tomaz Tadeu alcançou um notável êxito. Seu traba lho é, sem dúvida, superior a todas as outras tentativas em língua portuguesa. Incontestável mesmo é que esse cuidadoso trabalho merece ser saudado e, com justiça, vai se impor nos próximos anos como a tradução padrão da Ética em português.” <em>Homero Santiago, O Estado de S. Paulo</em><span id="more-65"></span></p>
<p>“A nova tradução da Ética é um empreendimento editorial louvável. Salta aos olhos um cuidado de tradução que foi capaz de aliar precisão conceitual e recusa em abandonar o solo das potencialidades coloquiais da língua portuguesa. Temos enfim nas livrarias brasi leiras uma edição à altura de um dos livros maiores da história da filosofia.”<br />
<em>Vladimir Safatle, Folha de S. Paulo</em></p>
<p>“Nova tradução de obra de Espinosa, o filósofo da imanência absoluta, corrige equívocos das versões disponíveis. Para os leitores bra si leiros do filósofo, dentro e fora das universidades, o feito é um even to e tanto.”<br />
<em>Mauricio Rocha, O Globo</em></p>
<p>“Eis, agora, a terceira [tradução], feita por Tomaz Tadeu com evidente cuidado e minúcia, que se revelam tanto na precisão conceitual como no esforço por ver ter o original latim para um ‘português brasileiro contemporâneo’, sem sacri ficar a terminologia filosófica de Spinoza. De quebra, temos a chance de acompanhar e verificar a tradução no texto em latim que vem ao lado.”<br />
<em>Pedro Duarte de Andrade, Cult</em></p>
<p>A publicação da Ética, do filósofo holandês Benedictus de Spinoza, em nova tradução, constitui-se em um marco para a Autêntica Editora, que completa, neste ano de 2007, uma década de existência. Ela consolida o nosso projeto de publicar traduções de obras, antigas ou modernas, consideradas clássicas, iniciativa que teve início com O Panóptico, de Jeremy Bentham. A importância que lhe concedemos é assinalada não apenas pela decisão de publicá-la em edição bilígüe, mas também pela especial preocupação com os aspectos gráficos. Dada a constante remissão de Spinoza a passagens anteriores do texto (proposições, definições, axiomas, etc.), buscou-se dar-lhe um formato que facilitasse o movimento de ir e vir da leitura.</p>
<p>É, entretanto, o cuidado com o trabalho de tradução que deve , acima de tudo, ser ressaltado. O princípio normativo foi o da produção de um texto que, sem deixar de ser fiel à expressão de Spinoza, estivesse mais próximo do léxico e da sintaxe da língua presentemente utilizada do Brasil. O que podemos assegurar é que a tradução que ora entregamos aos leitores é o resultado de um trabalho demorado e meticuloso, que se beneficiou da confrontação com traduções para outras línguas, da consulta a comentaristas de variadas orientações filosóficas e dos indispensáveis recursos fornecidos pela informática.</p>
<p>É, pois, com a publicação deste texto clássico do pensamento ocidental, notável por sua atualidade, que a Autêntica Editora reafirma que seu projeto de tornar acessível a um número maior de leitores obras de referência obrigatória em nossa cultura.</p>
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		<title>Vocabulário de Foucault &#8211; Um percurso pelos seus temas, conceitos e autores</title>
		<link>http://tomaztadeu.blog.autenticaeditora.com.br/2010/01/vocabulario-de-foucault-um-percurso-pelos-seus-temas-conceitos-e-autores/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 18:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia e estudos culturais]]></category>

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		<description><![CDATA[ “Michel Foucault é um dos pensadores franceses contemporâneos mais potentes, não apenas pela sua produção teórica, mas, sobretudo, pelo seu modo de conceber e afirmar uma posição para o intelectual. Nesse sentido, Foucault faz do pensamento uma prática ativa de problematizar as questões do seu tempo. Poucos escritos sobre Foucault merecem tanto o nome [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tomaztadeu.blog.autenticaeditora.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Vocabulario_Foucault-2.jpg"><img src="http://tomaztadeu.blog.autenticaeditora.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Vocabulario_Foucault-2.jpg" alt="Vocabulário de Foucault - Um percurso pelos seus temas, conceitos e autores" title="Vocabulario_Foucault-2" width="172" height="250" class="alignnone size-full wp-image-59" /></a> “Michel Foucault é um dos pensadores franceses contemporâneos mais potentes, não apenas pela sua produção teórica, mas, sobretudo, pelo seu modo de conceber e afirmar uma posição para o intelectual. Nesse sentido, Foucault faz do pensamento uma prática ativa de problematizar as questões do seu tempo. Poucos escritos sobre Foucault merecem tanto o nome de “caixa de ferramentas” como este: versão em língua portuguesa do livro El Vocabulario de Michel Foucault – Un recorrido alfabético por sus temas, conceptos y autores, de Edgardo Castro. <span id="more-58"></span></p>
<p> Produto de um rigoroso e exaustivo estudo, não hesitamos em afirmar que se trata de um instrumento de trabalho precioso, fundamental, utilíssimo para os interessados em pensar com o filósofo e a partir dele. Com efeito, o leitor tem em mão um sofisticado mapa de suas principais temáticas e questões. Cada verbete não apenas “faz referência a onde, nos escritos de Foucault, aparece cada termo, mas quer, ademais, oferecer uma indicação (às vezes sucinta, às vezes extensa) de seus usos e contextos”. Algo assim como o mais completo “motor de busca” para visitar os caminhos de seu pensamento.”</p>
<h4> Edgardo Castro</h4>
<p>Doutor em Filosofia (Université de Fribourg, Suisse), professor de História da Filosofia Contemporânea na Universidad de San Martín (Argentina), pesquisador do Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET) da Argentina. Foi professor das universidades de Buenos Aires, Rosario e La Plata e professor convidado na Universidad de Chile e no Istituto Italiano di Scienze Umane (Napoli). Recentemente publicou Giorgio Agamben. Una arqueología de la potencia (Buenos Aires, 2008).</p>
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		<title>A Juventude vai ao cinema</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 18:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta coletânea estão jovens trazidos(as) das barricadas, das ruas e praças, das motocicletas, dos albergues, das famílias, das prisões às telas do cinema. Nela estão diversas formas de ser, de estar e de se viver a juventude sob o olhar de cineastas de diferentes países e épocas. Jovens do passado e do presente, culturas juvenis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tomaztadeu.blog.autenticaeditora.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Juventude_vai_ao_cinema2.jpg"><img src="http://tomaztadeu.blog.autenticaeditora.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Juventude_vai_ao_cinema2.jpg" alt="A juventude vai ao cinema" title="Juventude_vai_ao_cinema2" width="176" height="250" class="alignnone size-full wp-image-49" /></a>Nesta coletânea estão jovens trazidos(as) das barricadas, das ruas e praças, das motocicletas, dos albergues, das famílias, das prisões às telas do cinema. Nela estão diversas formas de ser, de estar e de se viver a juventude sob o olhar de cineastas de diferentes países e épocas. Jovens do passado e do presente, culturas juvenis e rebeldes juventudes.</p>
<h4>Sobre os autores</h4>
<p><strong>Inês Assunção de Castro Teixeira</strong><br />
Doutora em Educação e professora da Graduação e Pós-graduação da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais. Pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Condição e Formação Docente da Faculdade de Educação da UFMG e do Programa de História Oral do Centro de Estudos Mineiros da UFMG. Membro do Programa Ações Afirmativas, na mesma universidade.</p>
<p><strong>José de Sousa Miguel Lopes</strong><br />
Doutor em Filosofia e História da Educação pela PUC São Paulo. Tem desenvolvido pesquisas e publicações sobre relações étnico-raciais e temáticas da Antropologia na Educação.</p>
<p><strong>Juarez Dayrell</strong><br />
_Juarez Dayrell_ é doutor em Educação pela USP, pós-doutor em Ciências Sociais pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, professor da Faculdade de Educação da UFMG e coordenador do Observatório da Juventude da UFMG. Tem pesquisas e publicações na área da Sociologia da Juventude e da Educação.</p>
<ul>
<li>Juarez Dayrell</li>
<li>José de Sousa Miguel Lopes</li>
<li>Inês Assunção de Castro Teixeira</li>
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		<title>A Juventude vai ao cinema</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 17:57:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leitura recomendada]]></category>

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A juventude vai ao cinema &#8211; Inês Assunção de Castro Teixeira, José de Sousa Miguel Lopes, Juarez Dayrell (Orgs.)
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.autenticaeditora.com.br/livros/item/538"><img alt="" src="http://www.autenticaeditora.com.br/img/fotos_livros/Juventude_vai_ao_cinema4.jpg" title="A juventude vai ao cinema" class="alignnone" width="71" height="100" /></a></p>
<p><a href="http://tomaztadeu.blog.autenticaeditora.com.br/2010/01/a-juventude-vai-ao-cinema-2/">A juventude vai ao cinema</a> &#8211; Inês Assunção de Castro Teixeira, José de Sousa Miguel Lopes, Juarez Dayrell (Orgs.)</p>
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		<title>Sujeitos da educação e processos de sociabilidade &#8211; Os sentidos da experiência</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 17:55:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leitura recomendada]]></category>

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Sujeitos da educação e processos de sociabilidade &#8211; Os sentidos da experiência &#8211; Leôncio Soares, Isabel de Oliveira e Silva
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.autenticaeditora.com.br/livros/item/541"><img alt="" src="http://www.autenticaeditora.com.br/img/fotos_livros/Sujeitos_da_educacao4.jpg" title="Sujeitos da educacao e processos de sociabilidade - Os sentidos da experiencia" class="alignnone" width="67" height="100" /></a></p>
<p><a href="http://www.autenticaeditora.com.br/livros/item/541">Sujeitos da educação e processos de sociabilidade &#8211; Os sentidos da experiência</a> &#8211; Leôncio Soares, Isabel de Oliveira e Silva</p>
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